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Sexta-Feira Santa

Os pratos típicos da Sexta-Feira Santa de norte a sul do Brasil 23 de março de 2017

Do Pará a Santa Catarina, praticamente o Brasil todo tem influência portuguesa na culinária – não só na comida, mas esse foi o foco quando fomos assuntar de Norte a Sul o que se come tipicamente na Semana Santa, em especial na Sexta-Feira Santa, quando as famílias cristãs se abstêm de carne vermelha.

Bacalhau, por conta dessa dominante cultura lusitana, aparece em todas as regiões, mas engana-se quem acha que receitas típicas da terrinha, como a gomes de sá, a brás e a lagareiro são conhecidas por todos. Esses são modos de preparo difundidos em São Paulo e Rio de Janeiro. Em lugares como Goiás e Pará, prepara-se a bacalhoada da mesma forma que se prepara uma peixada. “Com batata, tomate, cebola, alho e finalizando a panela com folha de couve”, conta a cozinheira e estudiosa da culinária brasileira Letícia Massula.

Onde há rio, come-se pescados de água doce

Ela diz que, para fazer essas paneladas, quando não se usa o bacalhau, é com pescados com poucas espinhas e de postas carnudas, como tucunaré e dourado. E não pode faltar o pirão de peixe, é claro! Onde há rio, existe a tradição de pescados de água doce, não importa se estamos no interior do Rio Grande do Sul ou na região do Rio Araguaia. No Mato Grosso, um prato icônico é a mujica, feito com cubos de pintado salteados no azeite e mergulhados em um caldo de tomates, urucum e mandioca.

No Nordeste domina a moqueca, feita com óleo de dendê e leite de coco. Se for um pouco mais abaixo, no Espírito Santo, a moqueca capixaba é sem dendê.

A turma do Pará nos lembra do hábito de preparar o peixe no tucupi, caldo de mandioca de origem indígena que é onipresente na culinária do Norte do país. Em Belém e arredores, o costume é usar filhote, uma espécie abundante na região para a receita.

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